Bancos são punidos por propaganda enganosa

Caixa Econômica Federal, Banespa, ABN Amro e BB Administradora foram penalizados; valor total da multa ultrapassa R$ 2,5 milhões

Caixa Econômica Federal, Banespa, ABN Amro e BB Administradora foram multadas pelo Ministério da Justiça por veicularem propaganda enganosa. A soma das quatro penalidades ultrapassa R$ 2,5 milhões (confira o valor de cada multa abaixo) e são referentes à oferta de fundos de investimento de renda fixa sem esclarecer o investidor sobre os riscos da aplicação, dando a falsa impressão de que a opção era segura e sem possibilidade de perdas.

Para o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), os bancos não deram orientações claras e objetivas a respeito do funcionamento do fundo. As empresas foram intimadas e têm dez dias pra apresentar defesa à Secretaria de Direito Econômico (SDE).

Valor da Multas
Caixa Econômica Federal – R$ 218.126,45
BB Administradora de Ativos e Valores Mobiliários S/A – R$ 1.506.816,66
ABN Amro- R$ 249.065,11
Banespa S/A Corretora de Câmbios e Títulos – R$ 861.430,50.

Penalidade Maior
Tramita na Câmara dos deputados projeto de autoria do parlamentar Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ) que dobra a pena prevista para os casos de publicidade enganosa ou abusiva quando ela for dirigida a criança. A pena atual para propaganda enganosa é de detenção de três meses a um ano e multa para o infrator.

Fonte: Meio&Mensagem

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Toyota passa GM e vira líder mundial

A General Motors perde o posto de maior montadora do mundo após 77 anos. A companhia teve redução de quase 11% nas vendas em 2008, o que coloca a rival japonesa na primeira colocação. Apesar disso, Toyota também teve queda nas vendas

Pela primeira vez em 77 anos, a General Motors deixa de ser a montadora com maior quantidade de carros vendidos. Com a queda de 11% nas vendas em 2008, o total de 8,35 milhões de unidades acabou sendo inferior ao atingido pela rival japonesa Toyota, nova líder mundial, que vendeu 8,97 milhões de veículos.

Em 2007, GM e Toyota já estavam quase empatadas, já que a japonesa vendeu somente 3.500 veículos a menos do que a norte-americana.

O único dado positivo para a GM foi o crescimento de 3% na região que reúne os mercados da Ásia, América Latina, África e Oriente Médio, o que compensou em parte o declínio de 21% na América do Norte e na Europa, onde a queda atingiu 7%, sempre em relação com o ano anterior.

Segundo afirmou Jonathan Browning, diretor de vendas globais da GM, em comunicado, “a indústria como um todo teve queda de 2,5 milhões de veículos vendidos em 2008 em relação ao ano anterior”.

Mesmo líder, a Toyota também apresenta problemas, já que ela teve queda nas vendas pela primeira vez em uma década. Em 2007, a montadora comercializou 9,37 milhões de veículos.

Fonte: Meio&Mensagem

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Barack Obama bate Super Bowl?

Articulista da AdAge diz que um recorde de audiência seria batido nos Estados Unidos durante a posse de Obama e que isso demonstra que as pessoas estão entendendo melhor a importância da política

Hoje é o grande dia. O dia em que a figura mais influente e inspiradora de nossa geração assume como o 44º presidente dos Estados Unidos. É um momento realmente histórico – não apenas pela corrida eleitoral de Obama – mas também pela importância de suas decisões – que serão feitas durante a maior crise econômica desde a Grande Depressão.

Ao mesmo tempo em que 69 milhões de eleitores compareceram no dia das Eleições e “barackearam” o voto, quantas pessoas será que estão assistindo aos eventos de hoje? Com certeza, mais do que qualquer outro programa de televisão em nosso tempo de vida.

Embora a maior parte das notícias não tragam nenhuma novidade, o Dia da Posse teve mais inserções, promoções, gráficos customizados, alertas na web e analises do que qualquer outro evento na história norte-americana.

E se a audiência real do evento chegar perto da quantidade de fatos antecipados, então o número certamente irá exceder o recorde atingido pelo Super Bowl de 2008, com 94,5 milhões de pessoas.

Com presença de 1 a 2 milhões de pessoas no evento, além de centenas de milhares de festas nas avenidas, igrejas e escolas em toda a América, todos estão se envolvendo na Obamamania, até os criminosos.

Pelo fato de a Posse estar sendo transmitida por todas as redes de televisão aberta dos EUA, bem como na televisão por assinatura, além da cobertura online, não tenho certeza se a Nielsen poderá algum dia estimar a audiência total.

Mas eu posso dizer o seguinte: fará do Super Bowl de 2009, que acontece em 1º de fevereiro, um anãozinho. Se considerada a audiência internacional, eu jamais deverei saber como começar a contar a audiência de hoje.

Até onde eu lembro, os programas de maior audiência de todos os tempos costumam ser esportivos -a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos e o Super Bowl. Parece que as pessoas ficaram mais espertas. Os norte-americanos finalmente entenderam a importância da política pública, legislação e o valor de assistir à troca de guarda do mais poderoso e influente cargo que qualquer norte-americano possa assumir. Isso, para mim, demonstra a mudança dos tempos.

Às 12:45 de hoje (horário de Washington), quando o presidente Barack Obama terminou o processo de Posse – todos queriam saber: o que ele falou? E tenho certeza que em mesas de jantares e salas de chats o tema vai durar semanas. Perdão, (Pittsburgh) Steelers, perdão, Arizona (Cardinals, os finalistas do evento) – este ano vocês podem ter as inserções mais caras da história do Super Bowl, mas já estão derrotados – mesmo antes de entrarem em campo.

Fonte: Meio&Mensagem

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Campus Party: web trouxe humildade ao jornalismo

Debate realizado durante a segunda edição do acampamento digital abordou o uso de ferramentas digitais e redes sociais nos veículos de grande imprensa

A web não mudou apenas os mecanismos das operações jornalísticas como também demandou mudanças irreversíveis na mente de quem produz o conteúdo e dos dirigentes de grandes veículos midiáticos. Essa foi o principal ponto abordado durante o debate “A Influência das Mídias Sociais nas Publicações”, realizado na tarde desta teça-feira, 20, na segunda edição da Campus Party Brasil.

O debate contou com as presenças da publisher do Grupo Info, da Editora Abril, Sandra Carvalho, da presidente do IDG, Sílvia Bassi, do editor-chefe do estadao.com, Marco Chiaretti e do vice-presidente do Grupo M&M, Marcelo de Salles Gomes.

A inserção de ferramentas das chamadas ‘novas mídias’ no cotidiano da grande imprensa dominou a maior parte da discussão. Todos os participantes deram exemplos de experiências negativas e positivas da utilização desses recursos digitais em seus respectivos veículos. A mesa foi unânime em concordar que o jornalismo de internet abrange um leque imensamente maior e mais variado de leitores do que as tradicionais publicações impressas e que o mercado de mídia tem pela frente o desafio de produzi-lo com qualidade e com cada vez mais interatividade e participação do leitor.

“Hoje em dia, informação não é mais só aquilo que se produz, mas sim, aquilo que é organizado para o leitor”, acredita Sílvia. “Nós fomos demovidos da pretensão de que éramos os donos do mundo e de que a opinião do leitor pouco importava. Hoje temos que admitir que, muitas vezes, ele sabe muito mais do que nós, jornalistas”, revelou Charetti. “Todo o mercado, inclusive o publicitário, tem que acordar para a importância da internet”, completou.

A queda da qualidade do conteúdo publicado, causada muitas vezes pela velocidade supersônica que o universo digital impõe ao jornalismo de internet também foi apontada pela mesa. “Todos estavam habituados com um tipo de mídia, por isso, há uma necessidade geral de adaptação dessa nova realidade”, opinou Marcelo Gomes. A hiper-abrangência da web também foi apontada como um aspecto negativo no quesito de qualidade jornalística. Para os participantes, a comunicação com demais sites e conteúdos e a abertura dos canais de comunicação são os leitores são as grandes chaves para um futuro de sucesso das grandes publicações.

As atividades da Campus Party Brasil 2009 acontecerão até o próximo domingo, 25, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Fonte: Meio&Mensagem

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Record é dona do Pan de 2015

Emissora anunciou a aquisição dos direitos nacionais e internacionais de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de 2015; investimento foi de R$ 20 milhões

A Rede Record deu mais um importante passo na missão de ampliar a sua presença nos principais eventos esportivos do planeta. A emissora anunciou oficialmente nesta segunda-feira, 19, a aquisição dos direitos de transmissão dos jogos Pan-Americanos de 2015.

Pelo pagamento de R$ 20 milhões, a negociação foi concluída na última quinta-feira, 15, no México, junto à Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa). Com ela, a Record ganha o direito exclusivo de exibição e de sublicenciamento nacional e internacional das provas as esportivas do Pan, em todas as mídias. Isso significa que as emissoras, de qualquer país, que quiserem exibir os jogos pan-americanos de 2015 precisarão negociar diretamente com a Record. Essa cláusula só não vale para as redes do país sede dos jogos, que até agora não foi definido.

De acordo com informações obtidas pela reportagem de M&M Online, a negociação tão antecipada do evento esportivo deve-se à estratégia da Record de tornar-se a emissora dos grandes campeonatos esportivos. Os primeiros passos dessa missão foram dados no ano passado, quando a emissora adquiriu, com exclusividade, os direitos de transmissão dos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (2011) e Olimpíadas de Londres (2012).

A emissora também deve antecipar-se nas negociações dos direitos para transmitir os Jogos Olímpicos de 2016, cuja sede ainda não foi definida. Em termos comerciais, não há previsão para o início da comercialização das cotas do Pan de 2015, já que as atenções da diretoria da emissora ainda estão voltadas para os eventos mais próximos.

Questionada sobre a aquisição da Record, a Central Globo de Comunicação afirmou que só fará um pronunciamento a respeito do assunto após esgotar todas as tratativas realizadas com a Odepa.

Fonte: Meio&Mensagem

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